defaced by d4n1ux
LatinHackTeam 2009
where is the security?
I love you Nat....


root@cgi27-ch:/root# uname -a;id;whoami;date
Linux atlas.host-care.com 2.6.18-53.1.6.el5 #1 SMP Wed Jan 23 11:30:20 EST 2008 i686 i686 i386 GNU/Linux
uid=0(root) gid=0(root) groups=33(nobody)
root
Sat Sep 19 17:47:59 EDT 2009
root@cgi27-ch:/root#



LatinHackTeam 2009


Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/maisavei/public_html/components/com_comment/joscomment/comment.class.php on line 2752
Casa da Cooperativa Agrícola



Em Portugal, o fenómeno Arte Nova ( art nouveau, modern style, estilo liberty ou jugendstill, como foi designada noutros países europeus), circunscreveu-se essencialmente ao plano decorativo, raramente interferindo a nível estrutural ou tirando partido dos novos materiais e das inerentes tecnologias de construção.

Mais do que uma atitude de ruptura em relação ao passado, este movimento renovador das artes plásticas foi entendido "(...) como outro estilo a juntar ao caldeirão do ecletismo (...)" vigente (FERNANDES, 1993, p. 37), sendo muito marcado pela cultura académica e tradicional que então caracterizava o nosso país, e pela ausência de uma indústria forte (FERNANDES, 1993, p. 37).
(...)

Construída no início do século XX, esta casa poderá ter sido desenhada por Francisco Augusto da Silva Rocha, arquitecto responsável pelo projecto de outras residências na cidade de Aveiro. De facto, e como refere Maria João Fernandes, esta atribuição tem por base a comparação com outras obras de Silva Rocha, em que se verifica "a mesma tipologia de desenho sobre azulejo da Casa da Rua do Carmo, n.º 12, o mesmo frontão da casa de Mário Pessoa e do Hospital de Aveiro e o desenho das janelas obedece a esquemas encontrados nos seus livros e documentos pessoais" (FERNANDES, Proposta de Classificação IPPAR/DRC, 1996).


Concretamente, apenas conhecemos a data dos azulejos - 1913 -, provenientes da Fábrica Fonte Nova, uma das indústrias cerâmicas mais importantes de Aveiro, activa entre o final do século XIX e inícios do seguinte (criada em 1882, foi alvo de incêndio em 1937), e que se salientou na produção de azulejaria arte nova (GASPAR, 1997, p. 146; MECO, 1993, p. 244).

Estes azulejos, em tons rosa, roxo e vermelho, desenhando lírios de caules verdes, acompanham as formas curvilíneas dos vãos da fachada, cujas molduras, tal como as cimalhas e mísulas, foram talhadas em pedra de ançã. O alçado principal divide-se em três registos, correspondendo a cada um, três vãos. No rés-do-chão as três entradas formam, no seu conjunto, um arco abatido. Nos restantes andares, cada vão desenha um arco do mesmo género, sendo que no primeiro a varanda é comum a todas as janelas e no segundo é individual. Remata o conjunto um corpo central revestido por azulejos. As grades das varandas, em ferro forjado, e os caixilhos das janelas, acentuam o dinamismo da fachada.

(...)


Texto:
IPPAR
Imagens: maisaveiro.com
Para ver informações detalhadas
clique aqui

!joomlacomment 4.0 Copyright (C) 2009 Compojoom.com . All rights reserved."

 
Faixa publicitária